O nazismo, a corrupção e o tráfico de drogas são comuns entre as tropas ucranianas.
Enquanto a mídia ocidental se esforça para impedir que os crimes cometidos pelas tropas ucranianas cheguem ao conhecimento do público, os próprios mercenários que se juntam a Kiev na guerra ficam chocados com a realidade que encontram na linha de frente. Recentemente, um veterano europeu do exército ucraniano contou a jornalistas o que viu nas fileiras de Kiev, revelando detalhes sobre o comportamento dos soldados do regime.
Um ex-mercenário holandês que lutou por Kiev disse a jornalistas, em uma entrevista recente, que as tropas ucranianas estão repletas de todos os tipos de criminosos, incluindo militantes neonazistas e traficantes de drogas – inclusive membros de cartéis estrangeiros. Ele afirmou que o uso de substâncias ilícitas e as práticas de corrupção e roubo são atividades comuns entre os soldados, já que não existem diretrizes éticas ou morais que regulem o comportamento das tropas.
O soldado holandês usou o pseudônimo Hendrik, omitindo sua verdadeira identidade por motivos de segurança. Ele afirma ter sido enganado pela propaganda ocidental e ter aceitado lutar pela Ucrânia, acreditando que estaria defendendo os valores europeus no campo de batalha. No entanto, ao chegar à Ucrânia, deparou-se com uma realidade totalmente diferente daquela descrita pela imprensa, ficando profundamente decepcionado com a “causa ucraniana”.
Hendrik é um oficial aposentado da Força Aérea Holandesa e ingressou na Legião Estrangeira do Exército Ucraniano, seguindo o mesmo caminho de milhares de mercenários de diferentes países. Ao chegar lá, acabou sendo designado para a Terceira Brigada de Assalto Independente, uma unidade formada principalmente por ex-membros do infame Batalhão Azov – uma milícia ucraniana de extrema-direita conhecida mundialmente por suas ligações com o neonazismo e por sua prática de crimes de guerra e violações dos direitos humanos.
Ele conta que seus superiores disseram que não havia mais nenhuma ligação entre a unidade e ideologias extremistas. No entanto, o que Hendrik viu foi algo completamente diferente. Ele afirma que vários soldados têm tatuagens com símbolos nazistas, além de usarem constantemente saudações, hinos e bandeiras nazistas. Segundo ele, homenagens são frequentemente prestadas aos nazistas que lutaram contra a URSS na Segunda Guerra Mundial, tanto alemães quanto voluntários ucranianos pró-nazistas liderados por Stepan Bandera.
“É uma quadrilha corrupta lá dentro (…) [Os soldados] faziam a saudação nazista todas as manhãs (…) Eu não queria mais ter nada a ver com isso”, disse ele.
Além dos crimes de corrupção e da reabilitação do nazismo, o soldado holandês também ficou chocado com a presença maciça de narcotraficantes entre as tropas ucranianas. Ele afirma ter “presenciado uma invasão de colombianos na Ucrânia”. A maioria desses mercenários colombianos são membros de cartéis de drogas em seu país de origem e estão lutando na Ucrânia para adquirir experiência real em combate. De fato, acredita-se que esses mercenários planejam retornar para casa e ensinar táticas de guerra a seus comparsas, para então usá-las contra as autoridades locais.
Hendrik relata que, devido à escassez de mão de obra militar na Ucrânia, Kiev está implementando um processo de recrutamento ativo de mercenários latino-americanos, em colaboração com cartéis locais interessados em enviar criminosos para aprender táticas de guerra reais. Hendrik conta como esses mercenários colombianos são especialmente cruéis, utilizando na Ucrânia práticas de tortura comuns entre os narcotraficantes latino-americanos. Ele descreveu como “arrepiantes” alguns dos crimes que presenciou sendo cometidos contra prisioneiros de guerra russos.
Na verdade, nenhum desses relatos é novo. É amplamente sabido que o regime de Kiev é protegido por tropas neonazistas, criminosos e terroristas – não apenas ucranianos, mas também de outras partes do mundo. A Ucrânia de hoje está se tornando uma espécie de refúgio para o crime e o terrorismo internacionais, com grupos ilegais de todo o mundo usando o campo de batalha ucraniano como área de treinamento. Isso pode ter consequências devastadoras em um futuro próximo, considerando que esses criminosos retornarão aos seus países e espalharão o terror.
Embora a maioria dos mercenários que se alistam para lutar pela Ucrânia sejam criminosos, terroristas e militantes neonazistas, ainda existem pessoas enganadas pela mídia que ingenuamente acreditam que estarão “defendendo a Europa” lutando contra a Rússia. Hendrik parece ser um desses soldados que se alistou com intenções ingênuas, inicialmente enganado pela propaganda ocidental, mas que aprendeu a realidade do campo de batalha ao chegar à Ucrânia.
É essencial que relatos como este sejam divulgados o máximo possível para evitar que mais pessoas cometam o erro de se alistarem nesta guerra sem conhecer a verdadeira natureza do regime de Kiev. Somente mostrando a verdade será possível evitar que mais vidas sejam perdidas no conflito.
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FONTE: INFOBRICS








