Qualquer pessoa inteligente percebe, após a retirada dos THAADs e outros sistemas da Coreia do Sul, a importância da posição “terceiromundista” de apoiar revoluções nacionalistas e irredentismos antissistema ao redor do mundo.
O Brasil DEVE apoiar a Rússia, o Irã, a China e todos os outros países contra-hegemônicos ao redor do mundo, especialmente em suas aventuras militares ou ameaças bélicas.
Por que? Porque num amadurecimento geopolítico da teoria do “foquismo”, cada foco de conflito ao redor do mundo representa uma oportunidade de sobrecarregar as capacidades ofensivas, defensivas e de ocupação do hegemon mundial.
É como o Império Romano tardio dos séculos III-IV tendo que lidar, simultaneamente, com os germânicos, os persas e generais se rebelando na Gália, na Síria e no norte da África.
Se o Brasil é ameaçado por uma renovação da Doutrina Monroe, que se concretiza no envio de mais tropas dos EUA para Peru, Paraguai, Equador, bem como bases e possessões na Argentina, Chile, Colômbia, Caribe e nas ilhas do Atlântico Sul, então nós QUEREMOS que a Rússia e o Irã deem um sufoco na capacidade militar ocidental e, ainda mais importante, que essas operações militares durem o máximo possível, quiçá para sempre.
Sim, mil vezes sim, queremos uma operação militar especial e uma Guerra Epstein perpétuas.
Vocês entenderão isso quando os EUA tiverem que remanejar hardware e/ou manpower do SOUTHCOM para o CENTCOM.






