O Governo gasta muito com Banqueiros e pouco com o Povo:

Os números não mentem.

Só em 2016, a Dívida Pública foi responsável por 43,94% dos gastos federais – o que representa um montante de 1.130,13 trilhões (!), segundo dados levantados pela Auditoria Cidadã da Dívida.

Para este ano, as previsões também não são boas. No final de maio, o Orçamento Geral da União (OGU), considerado segundo o recorte da Execução Orçamentária por Grupo e Natureza de Despesa (GND), já indicava que cerca de 50% da dotação orçamentária geral estava prevista para o pagamento de juros, encargos, amortização e/ou refinanciamento da Dívida Pública, num total de R$ 1.722.268.176.770 (1 trilhão, 722 bilhões, 268 milhões, 176 mil e 770 reais) (confira aqui).

A Dívida (impagável, por natureza) absorve a maior parte dos recursos orçamentários de nossa Pátria e é responsável por uma quantia estrondosa dos gastos públicos – gastos que poderiam incidir sobre a reindustrialização do país (atualmente em franco processo de desindustrialização!); no investimento em ciência e tecnologia de ponta; no fomento à empresas estatais e no financiamento de serviços públicos e de programas robustos de bem-estar social, sem os quais é impossível pensar em desenvolvimento independente e em soberania para o Brasil.

É bom deixar claro. Temer pode sair e levar toda sua quadrilha junto. O Povo pode vencer e as reformas de austeridade violenta podem ser barradas. Se os serviços da Dívida, bem como a grande mídia e todos os tentáculos dos EUA no Brasil, não forem devidamente enquadrados, qualquer mudança será, sobretudo, cosmética, tangencial e superficial.

A Auditoria da Dívida é a causa mais urgente para a libertação de nosso Povo atualmente. Patriotas, socialistas, nacionalistas, trabalhistas, representantes das pequenas comunidades orgânicas e das religiões tradicionais, enfim, todos aqueles que amam o Brasil e se preocupam com seu futuro, devem cerrar fileiras em torno de uma luta ampla e consistente pela auditoria – e futuramente, pelo boicote total – da Dívida.

ROMPER COM A ESCRAVIDÃO DOS JUROS!

AUDITORIA JÁ!

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