O movimento antifa é um movimento de ódio ao Brasil

Em Curitiba, Antifas (antifascistas) queimaram a bandeira nacional e por um triz não fizeram o mesmo com a bandeira do Paraná.

Será que as burguesinhas com filtro antifascista e do alto de seus apartamentos vibraram muito no Twitter com essa ação? Ou será que o vídeo de antifas espancando uma senhora indefesa dá mais prazer? E que tal aquele em que eles queimam todos os pertences de mendigos nos EUA?

Não adianta dizer que “esses não representam o movimento”, porque antifas fazem isso há décadas. Essa é a real natureza dos antifas.

Eles queimaram o maior dos símbolos pátrios porque odeiam o Brasil, porque odeiam todas as pátrias e nações. São verdadeiros inimigos da pátria e do trabalhador.

É uma ideologia de lumpemproletários sem causa e de jovens burgueses com consciência culpada que são reais instrumentos, conscientemente ou não, nas mãos de uma casta globalista de párias.

Um movimento que nada oferece, nada produz, nada muda. O próprio termo é sem qualquer conteúdo:

Antifascismo” é uma palavra vazia, sem direção, que dá nome a um movimento igualmente vazio cuja “luta”, na cartilha, é contra fantasmas e conceitos obsoletos, ampliados de tal forma que até mesmo um trabalhador comum e defensor da família é um inimigo.

Se enganam, porém, os que pensam que esse movimento nada representa.

Ele representa, e é, parte da militância globalista pelo poder hegemônico global.

Ele representa o espírito da pós-modernidade;

Ele representa a memória da narrativa mítica que se criou na Segunda Guerra Mundial onde o fascismo, morto como Teoria e Práxis políticas no século XX, é o mal absoluto que ainda ameaça a “humanidade” – outro conceito abstrato e vazio.

Lutando pela humanidade contra o mal absoluto – o fantasma do fascismo -, o movimento se legitima e justifica sua vacuidade.

O mito do mal absoluto, por sua vez, desvia as atenções para os verdadeiros males de nosso tempo. Torna aceitável o aberrante sob justificativa de que nada poderia ser pior do que o mal que nos assombrou no passado.

Por consequência, todos os meios de combate ao mal absoluto são justificáveis.

Se a luta é pela humanidade contra o mal absoluto, quem defende (ou simplesmente quem não se declara contra) o mal absoluto está automaticamente fora da humanidade, e quem está fora da humanidade não tem a proteção de qualquer direito “humano”.

Está aí o porquê do espancamento covarde de senhorinhas indefesas protegendo seus pequenos estabelecimentos da vandalização *legítima* dos antifas.

Queimar a bandeira nacional é crime? Talvez não quando se está lutando contra o “fascismo”. Sob esse pretexto, é uma atitude de revolta legítima, democrática, contra o mal, contra a xenofobia e o racismo – beautiful.

Camarada Ekaterina

Estudante de psicologia, jornalista independente e integrante da NR.

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