A cultura da falsa acusação de estupro deve ser combatida!

Apesar dos ótimos memes que o caso rendeu, a falsa acusação de estupro de uma Maria Chuteira/prostituta de luxo contra o jogador de futebol Neymar chama a atenção para um problema social extremamente sério: a existência de uma cultura da falsa acusação de estupro.

Simultaneamente encoberta e alastrada pelo feminismo, essa cultura é responsável pela destruição das vidas de inúmeros homens ao redor do mundo, seja por sua prisão injustificada, pela destruição de sua reputação, ou porque muitos acabam sendo linchados ou levados ao suicídio. O feminismo, apoiado pelos interesses capitalistas, conjurou uma nova definição do que é estupro que poderia ser resumida em: “Estupro é o que acontece sempre que uma mulher tiver contato físico, visual ou auditivo com um homem e a mulher estiver infeliz antes, durante ou depois do contato”. Se arrependeu no dia seguinte? Estupro. Seu namorado terminou contigo ou te contrariou de alguma forma? Estupro. Tentou dar um golpe da barriga em alguém rico ou famoso e não funcionou? Estupro. Trata-se de uma definição completamente subjetiva e arbitrária (tipicamente) que tira do centro da definição fatos e eventos e os substitui por emoções.

Sob essa definição, simplesmente não existem falsas acusações de estupro. As falsas acusações de estupro são um verdadeiro crime específico de gênero. Ele é cometido exclusivamente por mulheres, diferentemente do próprio crime de estupro, e tem como essência uma questão de “poder” e de “empoderamento”, por isso a sua indissociabilidade do feminismo. A epidemia de falsas acusações de estupro em países capitalistas ocidentais nasce de um anseio pelo poder de acusar e, assim, de ter a vida de uma outra do sexo oposto nas mãos.

Apoiadas nas técnicas típicas da sociedade do espetáculo, as falsas acusações de estupro são capazes de gerar, de um segundo para o outro, verdadeiras hordas de zumbis ávidos por “vingar” a fêmea supostamente vitimizada pelo “monstro”. Trata-se de uma tática de guerra sexual extremamente inteligente porque se apoia em instintos masculinos arraigados de defesa da mulher, e em mitos construídos pelo feminismo ou herdados pela cultura patriarcal mas distorcidos ou nulificados pelo capitalismo tardio: “mulheres não mentem sobre estupro”, “mulheres são indefesas”, “mulheres são inofensivas”, “mulheres são frágeis”, “mulheres devem ser defendidas custe o que custar”. Naturalmente, essa tática de guerra se apoia também na tendência psicológica da pessoa comum a acreditar sempre na primeira pessoa que lança uma acusação.

Quem não é naturalmente cético tende a acreditar em qualquer acusação feita, independentemente do autor ou alvo, desde que tenha ocorrido antes de acusações ou defesas do adversário. Para que se tenha uma noção da dimensão do problema e, portanto, de sua seriedade, as últimas investigações empíricas feitas sobre esse problema nos EUA chegaram à conclusão de que entre 40% e 60% das acusações de estupro são falsas, por admissão posterior das próprias acusadoras.

Infelizmente, as investigações mais recentes sobre o tema são de meados dos anos 90, porque nessa altura o lobby feminista conseguiu que se aprovassem nos EUA leis que limitam o contraditório no processo penal em caso de estupro, sob justificativa de “proteger a identidade da vítima”. Com esse “escudo” legal, simplesmente não houve mais qualquer exame empírico do caso. Não obstante, sabe-se que aproximadamente 86% de acusações de estupro que chegam à polícia americana nunca chegam nem a virar inquérito. Essa informação é utilizada por feministas para dar a entender que a polícia é incompetente ou “dá cobertura” para estupradores por conta de algum mítico “machismo sistêmico”, e que a maioria dessas acusações de estupro que não viram inquérito eram verdadeiras. Já a Navalha de Occam nos leva a reconhecer que a polícia é muito mais capacitada de identificar o que constitui uma acusação legítima de estupro do que militantes e lobistas, e que a maioria dessas acusações que não viram inquérito devem ser falsas. Afirmações histéricas feitas por militantes feministas de que, por exemplo, 1 em cada 4-5 mulheres será estuprada durante seu período universitário devem ser substituídas pela cifra de 1 em cada 1.877.

Veja-se que esse tipo de tática de guerra feminista prejudica as mulheres que são vítimas reais e sinceras de estupro. Recursos que poderiam ser mobilizados pela polícia e pelo Ministério Público na investigação de casos reais, são desviados para a investigação de toneladas de falsas acusações de estupro feitas por mulheres que se arrependeram de noitadas, mulheres ressentidas contra ex-namorados, mulheres querendo se vingar de rejeição masculina, etc.

Sabendo, portanto, que toda essa guerra se trata de uma disputa por poder, em que defensoras de um ilusório Matriarcado (e seus asseclas feministos eunucos) tentam colocá-lo no lugar do Patriarcado que milenarmente tem regido as sociedades humanas, nos cabe enquanto homens e mulheres mentalmente e moralmente sadios assumir o combate contra as falsas acusações de estupro. Se arrepender no dia seguinte, ir para a balada encher a cara, ir para raves, e depois se arrepender do que fez, nada disso te dá permissão para destruir a vida de um homem. Ao contrário, se você é o tipo de pessoa que faz isso é a sua vida que deve ser arruinada e destruída. Lugar de quem faz falsas acusações de estupro é atrás das grades, condenada na mesma quantidade de pena que estupradores reais recebem.

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