A obesidade mata mais mulheres que o feminicídio

Com 15% da população feminina mundial obesa, em comparação com 11% da masculina, com a obesidade matando mais de 2 milhões de mulheres por ano e com projeções indicando que em duas décadas e meia a obesidade vai estar matando mais mulheres do que o cigarro, talvez já esteja na hora de varrer para o submundo essa apologia da obesidade disfarçada de “positividade corporal” que os guetos fétidos do feminismo resolveram vomitar sobre nós.

A título de comparação, enquanto mais de 2 milhões de mulheres morrem por ano por conta da obesidade, 50 mil mulheres são mortas anualmente por seus parceiros, naquilo que determinadas aberrações jurídicas contemporâneas resolveram batizar de “feminicídio”. Em outras palavras, 40 vezes mais mulheres são mortas pelo % de gordura de seu corpo do que por parceiros cretinos.

Não obstante, e ilogicamente, as mulheres parecem muito mais interessadas em casos de “violência doméstica” do que na saúde e beleza de seus corpos. Isso, evidentemente, não é natural, mas como tudo no mundo trata-se de ideologia, e neste caso específico de uma decadência ideológica burguesa características do feminismo.

Seguindo a mitologia do foucaultianismo vulgar de que todo “padrão” ou “limite” é opressão (por estabelecer “relações de poder” e funcionar como “mecanismo de controle”), o feminismo promove uma rebelião contra uma estética que, historicamente, tem estado também atrelada a um simbolismo comunitário e, ainda mais importantemente para o tema, a noções básicas de saúde.

Nesse momento sempre aparecem flocos de neve especiais com 40% de gordura e beirando os 200kgs falando sobre como elas, especificamente, são saudáveis porque é isso que lhes foi dito por seu “médico”. A essas mulheres nós sugeriríamos trocar de médico, se quiserem ter uma vida longa e saudável.

Para além de distinguir, julgar e hierarquizar mulheres que seriam boas parceiras para a perpetuação da comunidade nacional, “padrões de beleza” também são ferramentas de manutenção da saúde dos cidadãos aplicados por meio de um sadio “bullying” que enquadra os membros da comunidade e “exclui” (por meio da ferramenta da “vergonha”) tipos que claramente representariam uma piora da comunidade.

Não adianta chorar e bater perna. É assim que o mundo funciona e ao não compreender essas coisas o feminismo demonstra todos os traços psicológicos da adolescência: inconformismo pueril, rebelião contra normas incompreendidas, desejo de se evadir da responsabilidade pelos próprios atos, vontade de romper as conexões entre causa e consequência.

Nesse sentido, esses discursos infantis de “positividade corporal” e de “rebelião contra os padrões de beleza” se mostram como verdadeiros inimigos das mulheres e assassinos muito mais cruéis e eficazes. É o feminismo mostrando a que veio de uma maneira ainda mais brutal e direta: exterminando milhões de mulheres anualmente.

Não existe qualquer empoderamento na aceitação da feiura e da doença. Se é um empoderamento feminino que se deseja, isso deve ser buscado (entre outras coisas) no cultivo de corpos sadios e harmoniosos.

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