Nossos intelectuais estão morrendo: quem poderá substituí-los?

Adriano Benayon, falecido em maio de 2016; Oliveiros ferreira, falecido em outubro de 2017; Moniz Bandeira, falecido em novembro de 2017. O Brasil perdeu, em um espaço de tempo relativamente curto, três dos maiores intelectuais patrióticos que possuía.

Três grandes analistas e críticos da situação vexaminosa e ridícula de sujeição do Brasil às potências atlantistas, que lutaram ao longo de suas vidas para retirar o Brasil desta condição subdesenvolvida, e subalterna, e morreram vendo o Brasil em um dos momentos mais sombrios de sua história.

Morreram e deixaram um enorme vácuo intelectual no cenário brasileiro. Morreram gigantes do pensamento brasileiro e fomos deixados com os cultistas de Olavo de Carvalho, com o “Guia Politicamente Incorreto da História” do History Channel, e com os farsantes do “Brasil Paralelo” – além dos notórios comediantes Karnal, Cortella e por aí vai.

Não se pode permitir que isso aconteça, que a esfera pública intelectual do Brasil seja monopolizada por figuras medíocres, por embusteiros e por agentes do atlantismo, tal como está acontecendo neste exato momento.

Uma nova geração de intelectuais precisa pegar a tocha do patriotismo para nos guiar rumo ao futuro, nadando contra a maré fétida que inunda o Brasil.

De que serve se encastelar nas torres de marfim da academia enquanto o país ao seu redor está em chamas? A contemplação pura, a especulação desinteressada, possuem seu espaço e seu valor (fundamentais e inestimáveis), mas em momentos de crise, torna-se necessário que os intelectuais transformem suas penas em espadas e suas palavras em golpes contra o inimigo que ameaça seu povo.

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