Viva aos 48 anos da Revolução Líbia! Muammar Gaddafi, Presente!

A direita, anti-povo em sua essência, diz que o “socialismo não funciona”. Felizmente, a Líbia e sua história estão aí para dar um dos muitos exemplos de que isso não é verdade.

Quem olha para a Líbia hoje, afundada em uma guerra civil, com a escravidão restaurada, desindustrializada, miserável, mal poderia acreditar que, de 1969 a 2011, a Líbia de Gaddafi foi a nação mais estável da África, bem como a mais próspera e desenvolvida. Sem depender de qualquer empréstimo dos banqueiros ocidentais. Por décadas, o país manteve o maior IDH do continente africano, dando a seu povo amplos benefícios sociais, como educação e saúde 100% gratuitas, auxílio financeiro aos recém-casados, além de ter tido um papel internacional importante na tentativa de libertar os países africanos da dependência econômica ocidental, de ter ajudado a organização revolucionária católica irlandesa IRA e vários outros grupos patrióticos de todos os continentes.

E tudo isso foi alcançado através do socialismo. Não do socialismo marxista, mas do próprio socialismo patriótico criado pelos líbios e para os líbios: a Jamahiriya.

Abençoados com a sorte de ter um país rico em petróleo e outros recursos naturais, apesar de desértico, o povo líbio, através da liderança revolucionária de Gaddafi, soube investir os lucros das suas exportações de commodities, industrializando o país, focando na educação e se recusando veementemente a pegar dinheiro emprestado das potências ocidentais.

Nesse sentido, Gaddafi e o projeto da Jamahiriya se revelam infinitamente superiores ao típico modo terceiro-mundista de administração de recursos que mantém os países ricos em petróleo e outros recursos vítimas da “doença holandesa”, tal como o próprio Brasil e a Venezuela.

Reconhecendo os fatores reais do poder e o que é necessário fazer para manter um povo livre, Gaddafi também levou o seu povo ao rumo da soberania nuclear. Mas vacilou perante os sorrisos, os tapinhas nas costas e os apertos de mãos dos políticos e diplomatas ocidentais, que o convenceram a desistir.  Os mesmos políticos e diplomatas que planejaram a invasão de seu país, a chacina de seu povo, a sua tortura e a sua execução, movidos pela ganância, pela inveja e pelo ressentimento, bem como pelo grande projeto imperialista e globalista dos EUA cristalizado na “Primavera Árabe”.

O paraíso da Jamahiriya tornou-se o inferno da Líbia “livre”, “democrática” e “capitalista”, terreno fértil para o terrorismo salafista, para o tráfico de imigrantes para a Europa, para a escravidão e para todo tipo de criminalidade.

A Líbia de Gaddafi mostra o caminho para o futuro para todos os povos que almejam a sua libertação. Que o Brasil saiba seguir seus passos. Se o fizermos, finalmente nos tornaremos uma potência.

Viva Gaddafi!
Viva a Jamahiriya!
Viva a Grande Líbia Popular Jamahiriya Árabe e Socialista!

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