Israel é o Estado mais racista do planeta

Só há um país no mundo no qual o racismo faz parte da doutrina oficial e agora da própria Constituição do país. Trata-se do Estado de Israel que nessa semana aprovou projeto legislativo que designa Israel como Estado exclusivamente judaico,

Ademais, no mesmo projeto de lei, que terá valor de emenda constitucional, Israel declara que a expansão de assentamentos é questão de interesse nacional. Assim, Israel expôs às claras quais são os seus desígnios para a região levantina: o expansionismo imperialista de um Estado que se pretende propriedade exclusiva dos judeus, irrespectivamente dos povos que possam habitar a região há milênios.

Essa nova manobra ressalta algo que tem sido apontado ao longo das últimas décadas por vários anti-sionistas. Israel é um Estado ao qual foram concedidos diversos privilégios pelas potências imperialistas ocidentais. Os motivos desses privilégios são claros: por trás deles está a grande influência política, econômica, cultural e midiática do lobby sionista infiltrado nas elites dessas potências.

Deve ser deixado claro, ademais, que este mesmo lobby, que milita permanentemente pela concessão de privilégios a Israel (a desnecessidade de fiscalização de suas armas químicas, o direito absoluto e ilimitado de expulsar imigrantes e refugiados sem qualquer censura, etc.), milita de forma ainda mais fanática para que nenhum outro Estado no planeta possa até mesmo tomar atitudes minimamente semelhantes a Israel, ainda quando seja questão de segurança nacional.

O mesmo lobby que garante que Israel siga expandindo seu arsenal nuclear sem fiscalização, faz propaganda de guerra por conta do desenvolvimento de energia nuclear iraniana para fins pacíficos. O mesmo lobby que justifica ou abafa a expulsão de imigrantes e refugiados de Israel faz propaganda de guerra contra o novo governo italiano por sua defesa das fronteiras nacionais.

Não é a preocupação dos judeus com a preservação de seu povo, tradições e cultura que deve despertar rechaço. De forma alguma. É o uso desses argumentos como mero disfarce para a implementação de uma política imperialista, racista e supremacista que, não raro, prejudica até minorias judaicas. Bem como a hipocrisia de demonizar qualquer outro povo que tente se proteger.

E mais do que isso, a absoluta insanidade de um povo que mal é capaz de demonstrar ligações diretas com supostos ancestrais de mais de dois milênios atrás chegar em território alheio, expulsar seus habitantes e depois de um tempo tornar esse território exclusivo do invasor, tornando os nativos cidadãos de 2ª classe.

Lembremos que os prejudicados, os árabes palestinos, são em boa parte cristãos e descendem também de antigos hebreus que se converteram ao Cristianismo ou ao Islã. Eles possuem, no mínimo, os mesmos direitos àquelas terras e há estudiosos que dizem que eles são ainda mais próximos dos antigos hebreus do que os judeus ashkenazi vindos da Europa após milênios de mistura com tribos turcas e povos eslavos.

A cada dia que passa os atos de Israel silenciam quem acusa os anti-sionistas de serem conspiracionistas ou antissemitas. Já está ficando claro, cada vez mais, quem são os grandes racistas de nossa era.

Contra o sionismo!

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