Mentiram sobre o Iraque, mentiram sobre a Líbia, agora mentem sobre a Síria

Mentiras, mentiras e mentiras. E a maioria das pessoas ainda acredita. Governos atlantistas e seus aparatos de propaganda, a mídia de massa, insistem na mitologia dos “ataques químicos” de Assad contra seu próprio povo.

Mentiram sobre o Iraque para justificar a destruição do projeto ba’athista de Saddam Hussein, que nos anos 80 havia alçado seu país a níveis econômicos e sociais de primeiro mundo. Tomaram o petróleo e o ouro do país, causando uma guerra civil e dando origem ao ISIS.

Mentiram sobre a Líbia para justificar a destruição da Jamahiriya de Mu’ammar Gaddafi, que havia transformado seu país no país mais próspero da África. Tomaram as riquezas do país, o afundando em uma guerra civil e agora até mesmo a escravidão foi restaurada por lá.

Agora mentem sobre a Síria. Na verdade, têm mentido sobre a Síria há 7 anos. Mentem quando dizem que Assad havia assassinado “manifestantes pacíficos”, mentem ao chamarem o presidente Assad de ditador, mentem ao chamar terroristas estrangeiros de “rebeldes sírios”, mentem sobre “massacres de civis” quando do cerco de Aleppo e mentem sobre esses supostos “ataques químicos” que Assad estaria lançando contra seu povo.

A guerra já está praticamente terminada. O ISIS, enquanto estrutura militar-governamental regular, já foi derrotado. Restam os outros grupos terroristas como a Al-Qaeda, a Frente Al-Nusra, a Ahrar al-Sham, a Jaysh al-Islam, todos eles apoiados e financiados por EUA, Turquia e/ou Arábia Saudita. A vitória tem sido de Assad e será de Assad no final.

Que lógica haveria em um governante que já venceu uma guerra e está tão somente finalizando a limpeza de seu país atacar com armas químicas civis de seu próprio povo? A expectativa das forças atlantistas é a de que as massas sejam imbecis e elas têm correspondido à expectativa.

Todas as acusações de “uso de armas proibidas”, “crimes de guerra”, “crimes contra a humanidade” (?) lançadas contra Assad e suas tropas não passam de estratagemas propagandísticos para justificar a intervenção estrangeira no país. Primeiro, através da quinta-coluna curda, finalmente, através de bombardeios e da presença de tropas americanas, inglesas, francesas e outras na Síria.

Fotos e vídeos de “crimes de guerra” de Assad são ensaiadas por organizações midiáticas ligadas ao terrorismo como a ganhadora de Oscar “Capacetes Brancos”.

As mentiras atlantistas se acumulam. Não houve, até hoje, uma única guerra travada por eles que não fosse baseada em mentiras. Toda essa escumalha que guia “cruzadas” em nome da humanidade não faz outra coisa que promover genocídios. É esse o sentido da ideologia dos direitos humanos que as potências atlantistas seguem e almejam impôr ao mundo.

Ainda assim, o povo sírio não está sozinho. Ele tem aliados poderosos entre os russos, os chineses e os iranianos. E apesar das bravatas e blefes as potências atlantistas sabem que já perderam.

Viva a Síria Socialista!
Viva Assad!

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