ISIS derrotado! Assad Venceu!

A última cidade controlada pelo ISIS na Síria, Abu Kamal, caiu, graças aos esforços heroicos do Exército Sírio, do Hezbollah e do Exército Iraquiano (que entrou em território sírio pela primeira vez durante as guerras recentes, para uma operação conjunta).

Fundado em 1999, por al-Zarqawi, um dos muitos mujahideens apoiados e financiados pelos EUA na luta contra a URSS durante a guerra do Afeganistão, o ISIS, que já estava engajado em um projeto de genocídio contra os xiitas iraquianos, entrou na Guerra Síria em 2013, proclamando em 2014 um “Califado Mundial”, após tomar territórios na Síria e no Iraque.

Desde o início, o ISIS tem sido financiado, armado e auxiliado pela Arábia Saudita, pelos EUA e outros de seus aliados. A derrota de Assad e a desintegração da Síria, e do Iraque, sempre foram mais importantes que a falsa e teatral “Guerra ao Terror”.

Incontáveis picapes novas, armas mais modernas que as de seus inimigos, ataques coordenados com bombardeios da coalizão atlantista: há anos o ISIS não engana mais ninguém. A participação do ISIS, formado fundamentalmente por jihadistas wahhabis do mundo inteiro, expõe de forma clara que não há “guerra civil” na Síria.

O que há na Síria é uma tentativa de desintegração do país, cujos agentes de campo são, em sua maioria esmagadora, estrangeiros vindos do Cáucaso, da Ásia, da Península Arábica, da África e da Europa, recrutados nas fileiras do ISIS, da Frente Al-Nusra, do “Exército Sírio Livre” e dos inúmeros outros grupos terroristas chamados de “rebeldes” ou “combatentes da liberdade” pela mídia ocidental.

Por um tempo, pareceu que essas forças eram numerosas demais, que Assad estava combatendo em frentes demais, e que sua queda era inevitável. Outros líderes teriam fugido do país. Mas fortalecido pelo imenso apoio popular, vindo até mesmo da oposição, Assad resistiu. O jogo virou com a entrada da Rússia na guerra, ajudando as forças da liberdade a aniquilar os terroristas apoiados pelo Ocidente.

Porque é essa a lógica dessa guerra. Não importa se os jihadistas wahhabis sabem ou não sabem a quem eles servem. Não importa se eles realmente creem em um Califado Global (puro delírio, que sempre foi impossível). O que importa é que eles estavam ali para servir aos EUA, à Arábia Saudita e a Israel, em seus vários interesses, principalmente os ligados à passagem de oleodutos e gasodutos, além de, no caso de Israel, ao Plano Yinon.

A guerra não acabou. O ISIS agora perde o protagonismo e se torna apenas mais uma entre as várias insurgências terroristas participando na guerra. Bem armada, eficiente na propaganda, mas medíocre no campo de batalha. A guerra continua contra os outros terroristas: os vários grupos terroristas, paramilitares e mercenários, ligados ao “Exército Sírio Livre” e os fantoches imperialistas amados pela esquerda ocidental, os terroristas curdos.

Derrotar os desígnios do atlantismo, do imperialismo e do sionismo é possível.

Assad e o povo sírio mostraram o caminho. Que esses feitos sejam copiados nos cinco continentes, onde quer que haja ocupação americana ou de seus proxies.

Viva Assad! 
Viva a Síria Baath!
Morte ao imperialismo e ao sionismo!

 

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