Brizola Vive!

PARABÉNS, CAUDILHO!

Leonel Brizola, aquele que foi considerado pela CIA como a principal ameaça ao regime militar títere do imperialismo, se hoje estivesse vivo, teria completado ontem os seus 95 anos.

Militar, caudilho, socialista, patriota, revolucionário, mesmo em sua velhice, Brizola transbordava da rebeldia jovial e da indignação popular típica dos autênticos nacionalistas – aqueles que se dispõem a viver perigosamente, como condenados, em prol da libertação de suas Pátrias das amarras da servidão, da opressão e, como ele costumava dizer, das Perdas Internacionais.

Brizola também fez parte da tríade histórica do Trabalhismo, antecedido por Vargas e Jango. Mas seu Trabalhismo diferia fundamentalmente do de seus antecessores. Brizola imprimiu na doutrina Trabalhista uma tônica radicalmente socialista e, ao mesmo tempo, genuinamente patriótica. Conclamou a supremacia do Trabalho sobre o Capital e entendeu que o Trabalhismo, fundado sobre a perspectiva do aumento progressivo da participação dos trabalhadores no destino histórico da Pátria, deveria ser compreendido como uma via para o socialismo patriótico e, consequentemente, para a destruição das relações capitalistas de produção.

Implacável em palavras, duro em suas declarações, preciso em seus diagnósticos: Leonel Brizola figura hoje o panteão dos heróis nacionais, nostalgicamente lembrado pelo povo como um político verdadeiramente comprometido com os interesses das grandes massas e dos trabalhadores.

Que aqueles que pretensamente advogam seu legado, sem fazerem jus, não manchem sua memória – que os mentirosos e caluniadores de sua trajetória não prevaleçam.

“Nós, os Trabalhistas, somos o tronco de madeira dura que mantém vivo o fogo da nacionalidade e dos valores do nosso país e de nosso povo.” (Leonel Brizola)

CAMARADA LEONEL BRIZOLA, O CAUDILHO, PRESENTE!

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