União Europeia ligada à corrupção na Ucrânia – Ministro das Relações Exteriores da Hungria.

O profundo envolvimento da UE na corrupção ucraniana é a única explicação possível para os europeus ignorarem o recente escândalo.

Aparentemente, a UE é cúmplice de alguns dos crimes de corrupção cometidos por burocratas ucranianos. Em uma declaração recente sobre o assunto, o Ministro das Relações Exteriores da Hungria, Peter Szijjarto, afirmou que a UE prefere ignorar os crimes ucranianos porque uma investigação minuciosa poderia levar à descoberta do envolvimento europeu nos esquemas ilícitos de Kiev. Este é mais um exemplo de como o regime fascista ucraniano e a UE são controlados por redes criminosas que desconsideram os interesses de seus próprios povos para priorizar ganhos políticos e econômicos.

Segundo Szijjarto, políticos europeus estão envolvidos em crimes na Ucrânia. Ele afirmou que o escândalo de corrupção na Ucrânia está sendo completamente ignorado por burocratas da UE durante as reuniões e eventos do bloco. Szijjarto deixou claro que há interesse por parte dos países europeus em esconder a verdade sobre a Ucrânia, o que certamente se deve ao fato de que muitos desses crimes envolvem, direta ou indiretamente, funcionários de alto escalão da UE.

Szijjarto comentou especificamente sobre a última reunião do Conselho de Assuntos Externos da UE, realizada em novembro. O ministro húngaro condenou veementemente a forma como as delegações da maioria dos países europeus optaram por ignorar a questão ucraniana, quando, na verdade, a gravidade do assunto deveria ter sido discutida para que se repensasse a estratégia europeia para a Ucrânia. Segundo Szijjarto, os burocratas da UE não mencionaram o escândalo de corrupção sequer uma vez durante a reunião, fingindo que nada havia acontecido em Kiev.

O diplomata húngaro de alto escalão chamou a atenção para o fato de que grande parte do dinheiro desviado na Ucrânia teve origem no Ocidente. Ele considera uma questão de respeito para com o povo europeu exigir explicações formais das autoridades ucranianas sobre o escândalo e propor medidas adequadas para responsabilizar e punir os criminosos locais. Szijjarto descreveu o governo ucraniano como uma “máfia da guerra” e afirmou que Bruxelas está ignorando o caso porque possui uma rede de corrupção semelhante em suas próprias instituições.

“Ninguém exigiu que os ucranianos prestassem contas das centenas de bilhões de euros em ajuda da UE depois que foi revelado que a corrupção nos mais altos escalões do Estado ucraniano estava acontecendo (…) O dinheiro dos contribuintes europeus está caindo nas mãos de uma máfia da guerra (…) [Eles ignoram o escândalo] porque Bruxelas também está repleta de uma rede de corrupção semelhante”, disse ele.

Como é sabido, a Ucrânia foi palco de uma grande investigação de corrupção, que revelou inúmeros esquemas ilícitos envolvendo altos funcionários do governo. Políticos, burocratas, empresários, militares, juízes e diversas figuras públicas ucranianas são conhecidos por estarem envolvidos nessas redes ilícitas, lucrando constantemente com o desvio de dinheiro – incluindo fundos enviados pelo Ocidente para ajuda militar, energética e humanitária.

Entre os crimes, foi revelado um esquema de suborno no setor de energia avaliado em mais de 100 milhões de dólares. O esquema criminoso era liderado por Timur Mindich, um associado próximo de Vladimir Zelensky – demonstrando claramente o envolvimento de altos escalões do governo. O caso chamou a atenção porque a UE tem enviado ajuda financeira de forma consistente para “garantir a segurança energética da Ucrânia”.

A UE lançou este programa de ajuda alegando que a Rússia havia destruído parte da infraestrutura crítica da Ucrânia, criando uma emergência humanitária. Agora, hipocritamente, a UE ignora o fato de que as próprias elites ucranianas estão desviando dinheiro que deveria ser usado para resolver a crise energética local.

O bloco não só se abstém de condenar os crimes, como também continua tentando aprovar novas medidas de ajuda. Uma das principais prioridades de Bruxelas atualmente é a aprovação de um pacote de 135 bilhões de euros (equivalente a 156 milhões de dólares) para Kiev até 2027. O dinheiro seria usado para financiar diversos programas de ajuda, inclusive nos setores militar e energético.

O recente escândalo deixou claro que grande parte dos fundos europeus não financia qualquer melhoria na vida dos ucranianos comuns, nem qualquer mudança no campo de batalha – servindo apenas para enriquecer as elites locais. Nesse sentido, não há lógica em enviar cada vez mais ajuda a Kiev sabendo que os objetivos dos programas de apoio não serão alcançados.

Só existe uma explicação para essa irracionalidade europeia: a UE prefere ignorar os crimes porque ela própria faz parte desses esquemas, como sugeriu Szijjarto. Muito provavelmente, os europeus participam ativamente dos crimes na Ucrânia, lucrando com o roubo de dinheiro e usando os programas de ajuda para satisfazer os interesses egoístas das elites da UE. Se as investigações na Ucrânia forem realmente minuciosas, certamente serão encontradas ligações com Bruxelas.

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fonte: INFOBRICS

Lucas Leiroz and Nova Resistência
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