A Rússia apresenta novas evidências sobre biolabs norte-americanos na Ucrânia

Mais uma vez, a questão dos biolabs militares americanos na Ucrânia ganhou atenção internacional. Oficiais russos fizeram relatórios em uma recente cúpula em Genebra apontando mais crimes que teriam sido cometidos por forças ocidentais na Ucrânia, incluindo evidências de experiências biológicas em cidadãos pobres em situações de vulnerabilidade social. De fato, o silêncio das organizações internacionais sobre os biolaboratórios americanos já é intolerável e medidas devem ser tomadas o mais rápido possível.

Em uma recente reunião dos Estados membros da Convenção sobre Armas Biológicas em Genebra, representantes do Ministério da Defesa da Federação Russa apresentaram documentos contendo os resultados de suas investigações sobre os biolabs norte-americanos na Ucrânia. De acordo com declarações do chefe da Radiação, Defesa Química e Biológica das Forças Armadas russas, Tenente-General Igor Kirillov, os representantes dos Estados membros da Convenção ficaram convencidos com as provas apresentadas pela Rússia e, portanto, aparentemente não há dúvidas sobre a conduta ilegal da parte dos EUA.

“Os participantes da reunião receberam, para consideração, cópias de documentos reais previamente mencionados pelo Ministério da Defesa russo, bem como provas materiais confirmando a implementação do trabalho em programas militares-biológicos na Ucrânia”, disse ele durante uma coletiva de imprensa.

Kirillov enfatizou que uma das primeiras medidas tomadas pelo governo pró-ocidental após o golpe de Maidan foi eliminar a legislação de saúde e supervisão epidemiológica de Kiev, permitindo o avanço de pesquisas antes consideradas suspeitas ou antiéticas. Com isso, o sistema americano de pesquisa biológica foi capaz de aprofundar suas experiências, incluindo práticas terríveis como a infecção de cidadãos ucranianos como cobaias.

O ponto mais interessante é que as pessoas usadas em tais experiências eram cidadãos em situação de vulnerabilidade social. Trabalhadores pobres, militares de baixa patente, pacientes psiquiátricos, entre outros, foram freqüentemente induzidos pelas próprias autoridades ucranianas a servir como cobaias nos biolabs norte-americanos. Este tipo de prática torna a situação ainda mais grave, pois evidentemente eles não eram pessoas comuns que se voluntariaram deliberadamente para participar dos experimentos, mas pessoas frágeis que foram induzidas maliciosamente a se submeterem a procedimentos biológicos cujos resultados poderiam ser prejudiciais à sua própria saúde.

Até agora nenhuma explicação foi dada sobre os métodos de seleção de pessoas para participar de experimentos biológicos. De fato, o caso requer investigações mais profundas, pois, considerando a vulnerabilidade social dos cidadãos utilizados como cobaias, é possível que métodos coercitivos tenham sido utilizados pelas autoridades ucranianas. Se isto for confirmado, este seria outro crime contra os direitos humanos a ser julgado e condenado.

Kirillov comentou que ao falar com a delegação americana na conferência, ele ouviu de seus colegas uma confissão de culpa, com os enviados de Washington confirmando que eles de fato realizaram este tipo de pesquisa e utilizaram em seus procedimentos métodos de infecção e coleta de material genético humano com cidadãos ucranianos. Os americanos, entretanto, aliviaram a magnitude da situação e afirmaram que apenas algumas amostras de material foram evacuadas da Ucrânia, fazendo parecer que os estudos não eram tão importantes para o Pentágono, sendo apenas mais uma pesquisa médica para combater doenças. É preciso lembrar que Moscou já publicou documentos que apontam que os americanos evacuaram várias amostras e relatórios de laboratórios durante os primeiros dias da operação militar especial russa, o que desmente a narrativa americana.

Ademais, a retórica americana de que a realização de tais pesquisas visava fazer avançar a luta contra doenças epidêmicas parece absolutamente falaciosa. Não há evidências de que qualquer melhoria real nos métodos de combate a vírus e bactérias epidêmicas tenha sido alcançada com programas militares americanos. Não apenas isso: existem dados coletados pela Rússia que indicam que cerca de 20 mil ucranianos morreram nos últimos oito anos vítimas de doenças epidêmicas que estavam sendo trabalhadas nos biolabs. Portanto, de fato, a única explicação plausível para um programa de pesquisa desta escala parece ser a tentativa de produzir armas biológicas.

Aparentemente, a questão dos biolabs americanos se tornou um consenso entre os investigadores. Não parece haver qualquer dúvida sobre o fato dos EUA realmente cometerem crimes contra a segurança sanitária na Ucrânia. As evidências apresentadas pelos russos deixam claro que a pesquisa teve natureza militar e utilizou métodos experimentais não aprovados pelas convenções internacionais.

Resta saber, entretanto, quando as organizações internacionais competentes responderão adequadamente. Além disso, é necessário que os países ocidentais adiram às exigências russas de respostas, pois não se trata de rivalidade entre Moscou e Washington, mas uma questão séria e complexa que requer a atenção de toda a sociedade internacional.

Mais uma vez, a questão dos biolabs militares americanos na Ucrânia ganhou atenção internacional. Oficiais russos fizeram relatórios em uma recente cúpula em Genebra apontando mais crimes que teriam sido cometidos por forças ocidentais na Ucrânia, incluindo evidências de experiências biológicas em cidadãos pobres em situações de vulnerabilidade social. De fato, o silêncio das organizações internacionais sobre os biolaboratórios americanos já é intolerável e medidas devem ser tomadas o mais rápido possível.

Em uma recente reunião dos Estados membros da Convenção sobre Armas Biológicas em Genebra, representantes do Ministério da Defesa da Federação Russa apresentaram documentos contendo os resultados de suas investigações sobre os biolabs norte-americanos na Ucrânia. De acordo com declarações do chefe da Radiação, Defesa Química e Biológica das Forças Armadas russas, Tenente-General Igor Kirillov, os representantes dos Estados membros da Convenção ficaram convencidos com as provas apresentadas pela Rússia e, portanto, aparentemente não há dúvidas sobre a conduta ilegal da parte dos EUA.

“Os participantes da reunião receberam, para consideração, cópias de documentos reais previamente mencionados pelo Ministério da Defesa russo, bem como provas materiais confirmando a implementação do trabalho em programas militares-biológicos na Ucrânia”, disse ele durante uma coletiva de imprensa.

Kirillov enfatizou que uma das primeiras medidas tomadas pelo governo pró-ocidental após o golpe de Maidan foi eliminar a legislação de saúde e supervisão epidemiológica de Kiev, permitindo o avanço de pesquisas antes consideradas suspeitas ou antiéticas. Com isso, o sistema americano de pesquisa biológica foi capaz de aprofundar suas experiências, incluindo práticas terríveis como a infecção de cidadãos ucranianos como cobaias.

O ponto mais interessante é que as pessoas usadas em tais experiências eram cidadãos em situação de vulnerabilidade social. Trabalhadores pobres, militares de baixa patente, pacientes psiquiátricos, entre outros, foram freqüentemente induzidos pelas próprias autoridades ucranianas a servir como cobaias nos biolabs norte-americanos. Este tipo de prática torna a situação ainda mais grave, pois evidentemente eles não eram pessoas comuns que se voluntariaram deliberadamente para participar dos experimentos, mas pessoas frágeis que foram induzidas maliciosamente a se submeterem a procedimentos biológicos cujos resultados poderiam ser prejudiciais à sua própria saúde.

Até agora nenhuma explicação foi dada sobre os métodos de seleção de pessoas para participar de experimentos biológicos. De fato, o caso requer investigações mais profundas, pois, considerando a vulnerabilidade social dos cidadãos utilizados como cobaias, é possível que métodos coercitivos tenham sido utilizados pelas autoridades ucranianas. Se isto for confirmado, este seria outro crime contra os direitos humanos a ser julgado e condenado.

Kirillov comentou que ao falar com a delegação americana na conferência, ele ouviu de seus colegas uma confissão de culpa, com os enviados de Washington confirmando que eles de fato realizaram este tipo de pesquisa e utilizaram em seus procedimentos métodos de infecção e coleta de material genético humano com cidadãos ucranianos. Os americanos, entretanto, aliviaram a magnitude da situação e afirmaram que apenas algumas amostras de material foram evacuadas da Ucrânia, fazendo parecer que os estudos não eram tão importantes para o Pentágono, sendo apenas mais uma pesquisa médica para combater doenças. É preciso lembrar que Moscou já publicou documentos que apontam que os americanos evacuaram várias amostras e relatórios de laboratórios durante os primeiros dias da operação militar especial russa, o que desmente a narrativa americana.

Ademais, a retórica americana de que a realização de tais pesquisas visava fazer avançar a luta contra doenças epidêmicas parece absolutamente falaciosa. Não há evidências de que qualquer melhoria real nos métodos de combate a vírus e bactérias epidêmicas tenha sido alcançada com programas militares americanos. Não apenas isso: existem dados coletados pela Rússia que indicam que cerca de 20 mil ucranianos morreram nos últimos oito anos vítimas de doenças epidêmicas que estavam sendo trabalhadas nos biolabs. Portanto, de fato, a única explicação plausível para um programa de pesquisa desta escala parece ser a tentativa de produzir armas biológicas.

Aparentemente, a questão dos biolabs americanos se tornou um consenso entre os investigadores. Não parece haver qualquer dúvida sobre o fato dos EUA realmente cometerem crimes contra a segurança sanitária na Ucrânia. As evidências apresentadas pelos russos deixam claro que a pesquisa teve natureza militar e utilizou métodos experimentais não aprovados pelas convenções internacionais.

Resta saber, entretanto, quando as organizações internacionais competentes responderão adequadamente. Além disso, é necessário que os países ocidentais adiram às exigências russas de respostas, pois não se trata de rivalidade entre Moscou e Washington, mas uma questão séria e complexa que requer a atenção de toda a sociedade internacional.

Fonte: Infobrics

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Lucas Leiroz

Ativista da NR, analista geopolítico e colunista da InfoBrics.

Artigos: 585

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