Disney e parceiros se unem para promover o aborto no cinema e televisão

Várias empresas se uniram para financiar projetos que promovem o aborto, na indústria do entretenimento. Agora que as leis passaram por mudanças, buscam maneiras de influenciar o o público alegando mero compartilhamento de informações.

Walt Disney World, uma empresa fundada para levar alegria e entretenimento às crianças, agora aposta abertamente no assassinato de crianças que ainda não nasceram.

Townhall informa que Disney, NBC, Universal, Google e outras empresas se associaram à Iniciativa de Inclusão Annenberg, da Universidade do Sul da Califórnia (AII) para incentivar estudantes universitários na produção de cinematografias para a promoção do aborto.

Em agosto, a iniciativa lançou uma bolsa de estudos no valor de US$ 25.000 para estudantes produzirem curtas-metragens “centrados sobre a saúde reprodutiva e narrativa política.” O Programa de Aceleração dos Direitos Reprodutivos quer produções que convençam o público de que abortos podem tornar “a vida de alguém mais fácil”, segundo Townhall.

Stacy Smith, fundadora da AII, disse que a anulação do caso Roe contra Wade impulsionou a criação da mais nova subversão.

“Com o corte sobre os direitos reprodutivos, não somente é necessário encontrar soluções legais para proteger comunidades marginalizadas, mas também é essencial educar e informar o público sobre estes temas. O entretenimento possui uma capacidade única de atingir os espectadores e proporcionar essa educação. Nosso objetivo é iluminar toda oportunidade possível de utilizar a narrativa como ferramenta para ampliar a conversação e criar uma mudança substancial de atitude e política.”

De acordo com a Universidade, a bolsa de estudos pró-aborto conta com o apoio de atrizes como Meryl Streep, Kerry Washington e Eva Longoria, assim como da organização Planned Parenthood. A cadeia multimilionária do aborto emprega um funcionário exclusivamente para promover o aborto na indústria do entretenimento.

A Disney e muitas outras empresas do entretenimento agora apoiam abertamente o assassinato de bebês ainda não nascidos através dos abortos.

Em junho, depois do Supremo Tribunal dos EUA anular a sentença de Roe, Walt Disney World anunciou que começará a pagar as despesas de viagem de seus funcionários para abortar seus bebês ainda não nascidos. Netflix, Warner Bros. Discovery, Amazon e o maior sindicato de Hollywood, SAG-AFTRA, agora também pagam por viagens de aborto.

Enquanto isso, uma nova pesquisa da Society for Human Resource Management constatou que muitas empresas estão cortando os benefícios da licença maternidade — incluindo a Hulu, uma subsidiária da Disney — para os pais que escolhem a vida para seus bebês e acolhem e/ou adotam crianças.

Fonte: infoCatólica

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