Estados Unidos: Um dirigente do Black Lives Matter é acusado de desviar 10 milhões de dólares

Nas narrativas midiáticas, o Black Lives Matter é uma organização de luta pelos direitos dos negros. No mundo real, porém, para além da instrumentalização globalista, a maior parte da liderança do Black Lives Matter tem estado engajada em inúmeros escândalos de desvio de dinheiro.

A associação de defesa dos direitos dos negros nos Estados Unidos, Black Lives Matter, enfrenta um escândalo. De fato, uma ação movida esta semana em um tribunal acusa o chefe da Black Lives Matter Global Network Foundation, Shalomyah Bowers, de ter desviado uma quantia de 10 milhões de dólares. A denúncia foi feita por ex-colegas, formados como um grupo sob o nome Black Lives Matter Grassroots, que acusam o réu de ter usado os fundos desviados para uso pessoal. Segundo eles, Shalomyah Bowers é um “administrador desonesto, um intermediário que se tornou usurpador” que recebeu contribuições feitas ao grupo ativista sem fins lucrativos para usar como um “cofrinho pessoal”.

De acordo com a denúncia, as ações de Shalomyah Bowers levaram à investigação da fundação pela Receita Federal e outros. “Enquanto os líderes e trabalhadores da BLM estavam nas ruas arriscando suas vidas, o Sr. Bowers permaneceu em seus confortáveis escritórios concebendo um esquema de fraude e deturpação para violar o contrato implícito entre doadores e a BLM”, acrescentou a reclamação. Deve-se notar que Shalomyah Bowers negou as acusações contra ele. Ele também culpou aqueles que o processaram por “caírem vítima da lógica carcerária e da violência social que alimenta o sistema judiciário”, ao moverem uma ação judicial contra ele.

Esta não é a primeira vez que um líder da Black Lives Matter é acusado de se apropriar indevidamente dos fundos da organização. Alguns meses antes, Todd Rokita, o procurador geral do estado de Indiana, entrou com uma ação judicial contra a organização por uso indevido de doações. Falando no Fox & Friends Weekend, ele disse que a ação judicial vem após acusações de que a cofundadora da organização, Patrisse Cullors, usou os fundos da organização para comprar uma mansão de US$ 6 milhões, entre outras coisas. A cofundador do Black Lives Matter também supostamente usou as doações para pagar um estilo de vida pródigo.

Fonte: La Nouvelle Tribune

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Gaël Bakrou

Jornalista beninense.

Artigos: 6

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