A investida da Big Tech contra o Parler prova que ela se tornou um cartel

Enquanto liberais de esquerda estão utilizando as redes sociais para construir uma vasta multidão raivosa, Parler, a rede social alternativa cujo objetivo é ser “a principal plataforma mundial de liberdade de expressão”, foi banida pela Apple, Amazon e o Google.

A Big Tech é um cartel e deve ser regulada.

Parler, a rede social alternativa cujo objetivo é ser “a principal plataforma mundial de liberdade de expressão”, se tornou o app número 1 na App Store da Apple na sexta enquanto Twitter bania o presidente Trump permanentemente. Recentemente, a Apple e o Google baniram o site, impedindo novos usuários de baixarem o app – enquanto a Amazon começou a cortar o acesso do Parler aos seus serviços de servidor web, forçando-o a encontrar outro servidor ou ser desligado.

A Apple diz que o Parler não está fazendo o suficiente para prevenir “ameaças de violência e atividades ilegais” de ocorrerem descontroladamente. A Amazon diz que o “aumento constante no conteúdo violento [no site]… viola nossos termos.”

Tudo isso enquanto o Parler policiou algumas publicações clamando por violência, como o Mediaite relata que a empresa removeu publicações do advogado extremista Lin Wood, crente de “fraude eleitoral”, que chamava para a execução do vice-presidente Mike Pence por sua recusa de rejeitar os votos do colégio eleitoral para Joe Biden.

Como relatamos anteriormente, cólera interminável vagueia livremente no Twitter – discurso de ódio e coisas piores que a empresa não policia de forma consistente. Ainda assim, outras empresas agora estão punindo o Parler por falhar da mesma forma. Não estão aplicando uma regra neutra, estão aplicando os vieses de seus empregados progressistas liberais raivosos.

E uau: quando as pessoas reclamam sobre o controle esmagador do mercado é controlado pelo Facebook, pela Apple, Amazon e Google, os defensores das empresas insistem que eles competem em questões importantes, colocando cheques no poder um do outro.

Isso se assemelha muito mais com um conluio protegendo o outro – e por fim, se unindo para impor uma ortodoxia política comum.

Um argumento similar é que, se você não gosta de como o Facebook ou o Twitter impõe as suas regras, crie sua própria alternativa. E foi exatamente isso que o Parler fez, com um sucesso crescente – e então, o mundo tech o estrangulou.

Tudo isso enquanto a esquerda está utilizando as redes sociais para construir uma vasta multidão raivosa. Como o CEO do Parler, Mark Matze, disse ao Fox News após seus servidores serem desligados: “Todo fornecedor de serviços de mensagens de textos a fornecedores de e-mail até nossos advogados, todos nos abandonaram no mesmo dia.”

Talvez a Big Tech pense que pode se safar com tudo isso agora que os democratas irão controlar Washington; seus executivos talvez até pensem que eles precisem sufocar a direita para se defender do impulso da esquerda em ditar o comportamento de todos. De qualquer forma, essa campanha certamente irá alimentar as preocupações de todos sobre os poderes dessa indústria.

Ainda: irá alimentar também o mesmo extremismo que a censura supostamente planeja silenciar.

Ao invés de dar a paz de que os EUA necessitam após a invasão do capitólio, a Big Tech está jogando mais lenha na fogueira da guerra cultural.

Fonte: New York Post

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