Sobre nós:

A Nova Resistência é uma rede internacional de ativistas, composta por nacional-revolucionários, eurasianistas, nacional-bolcheviques, nacionalistas de esquerda, anticapitalistas de direita e adeptos da Quarta Teoria Política, que defende uma resistência ampla e em vários níveis às políticas econômicas neoliberais, ao imperialismo atlantista, à agenda globalista e ao lobby sionista nas mídias e nos governos. Somos um movimento jovem, um núcleo de ativismo e de ação revolucionária.

Em específico, somos a divisão brasileira da Nova Resistência, composta por nacional-revolucionários, socialistas patrióticos, distributistas, trabalhistas, nacional-desenvolvimentistas, tradicionalistas, adeptos da Quarta Teoria Política e afins.

Fundada em 2015 no Rio de Janeiro, a Nova Resistência já conta com células espalhadas por diversos estados e cidades do Brasil.

Olhamos para a Europa, para o mundo Ibérico e para a América Pré-Colombiana como fontes de inspiração cultural e espiritual, mas respeitamos profundamente outros povos, pátrias e civilizações.

1 –  A Nova Resistência é de esquerda? É de direita? Comunista? Fascista?

Por incrível que pareça, existe mais no universo político do que essas terminologias mais comuns, que são jogadas de forma descuidada nos debates políticos atuais. A Nova Resistência é um reduto antiliberal e anticapitalista. Aceitamos uma certa diversidade de posicionamentos políticos, desde que estejam pautados em um antiliberalismo/anticapitalismo, político e econômico, que seja profundo e consistente. Isso, naturalmente, acaba por atrair nacional-revolucionários, distributistas, trabalhistas, patriotas, socialistas, nacional-desenvolvimentistas e pessoas de posicionamentos similares.

2 – Qual é a ideologia/orientação política seguida pela Nova Resistência?

Embora admitamos uma diversidade razoável de posicionamentos em nossas fileiras, seguimos uma linha nacional-revolucionária apoiada no projeto de uma Quarta Teoria Política, de modo que nossa ideologia oficial é o socialismo patriótico e/ou comunitarista − que nada mais é que a síntese entre a doutrina trabalhista, o paradigma distributista e uma perspectiva comunitária (anti-individualista e crítica da sociedade de massas) da política e da sociedade. Leia mais a respeito em nosso Manifesto.

3 − O que é a Quarta Teoria Política?

É teoria político-científica proposta inicialmente pelo filósofo russo Aleksandr Dugin. Sua finalidade é, em poucas palavras, superar as ideologias políticas modernas (liberalismo, comunismo e fascismo) em seus elementos deletérios. Leia artigos sobre o projeto de uma Quarta Teoria Política aqui.

4 – O que a Nova Resistência propõe para o futuro do Brasil?

Em linhas gerais, um país com um Estado forte, economicamente soberana e politicamente independente, centralizado em relação a todas as questões estratégicas e de segurança nacional e descentralizado nas bases, em relação a maioria das outras questões. Queremos um país no qual não haja mais o projeto de “abrasileiramento” que a mídia hegemônica e Brasília tentam implementar por todo o país, com o objetivo de impor uma espécie de “padrão único” sobre o que é ser brasileiro: o futuro do Brasil é ser uma Pátria de muitas Nações.

Queremos, ainda, um país que fortaleça cada vez mais os seus laços com os países vizinhos latino-americanos, com o objetivo de, em curto e em médio prazo, estabelecer um espaço continental seguro para o desenvolvimento pleno das potencialidades dos vários povos que habitam a região e, em longo prazo, realizar uma verdadeira integração orgânica civilizacional, pautada em nossa identidade e em nosso ethos ibero-americano.

Já no âmbito econômico, vislumbramos uma Pátria fundada sobre um modelo de organização econômica socialista, isto é, voltado para o Povo e dirigida por ele. E o Povo nada mais é do que o conjunto dos homens que trabalham. Chamamos esse modelo de organização econômica de socialismo patriótico e/ou comunitarista (ver acima).

Em outras palavras, o futuro projetado por nós é o de uma Pátria livre da escravidão financeira, soberana e independente para traçar seu próprio percurso civilizacional rumo a realização das suas potencialidades históricas.

5 – Quais são os objetivos da Nova Resistência? O que ela pretende?

O objetivo fundamental da Nova Resistência é recrutar e treinar uma nova classe de soldados políticos capazes de ocupar espaços nas universidades, nos sindicatos, nas forças armadas, em centros culturais, ONGs, partidos e todo o resto, de modo a aglutinar a maior base popular possível. Acreditamos que nossos ideais estão em total e absoluta consonância com os anseios mais profundos do povo brasileiro. Somos a síntese que o Brasil precisa.

6 − Quais métodos a Nova Resistência utiliza para concretizar seus objetivos?

Todas as táticas e métodos são válidos, desde que hajam condições reais para sua aplicação. A Nova Resistência não é uma seita de jovens alucinados e pseudo-radicalizados, mas uma organização com aspirações concretas. Rejeitamos todo e qualquer tipo de aventureirismo. O como fazer é avaliado por nós a partir do diagnóstico que realizamos dos cenários que se colocam a nossa frente.

7 – O que a Nova Resistência pensa sobre [insira o personagem político do presente e/ou do passado em questão]?

A Nova Resistência não é um movimento minimamente afetado por qualquer tipo de saudosismo ou nostalgia política. Nós apontamos claramente para o fato de que todos os governos e partidos políticos brasileiros, até então foram insuficientes e, em alguma medida, deletérios. Vários deles podem ter tido seus pontos positivos, mas conferir atenção demasiada ao positivo só serve para incentivar o saudosismo necromântico: queremos que os defuntos fiquem em suas tumbas. Não obstante, temos o nosso próprio panteão de figuras que nos inspiram, seja em termos de teoria, seja em termos de prática − sejam brasileiras e ibero-americanas ou europeias, africanas, árabes, asiáticas, etc. No entanto, isso não muda o fato de que todas elas podem ser criticadas, às vezes até radicalmente, por incorreções teóricas, falhas práticas e afins.

8 – Por que se unir à Nova Resistência?

Colocando de forma simples, a Nova Resistência é uma organização composta fundamentalmente por jovens patriotas radicais, e que tem em suas fileiras membros com anos de experiência em ativismo antiliberal e dissidente. É uma organização que preza pela qualidade de seus membros, pela formação de quadros e de militantes e pela consolidação de um projeto sólido para o futuro. Somos a ponta-de-lança do combate ao liberalismo político, econômico e social. Se há alguma esperança para o Brasil, está nas ideias que defendemos e nos camaradas que militam conosco. Se há uma alternativa real a direita conservadora-liberal e a esquerda anti-patriótica e anti-povo, essa alternativa somos nós. Qualquer um que que, afetado pela revolta originária daqueles que almejam mudanças estruturais em nossa sociedade, mas que não se sente contemplado pelas opções ideológicas vendidas pelo status quo, certamente terá na Nova Resistência um refúgio e um núcleo de ação política concreto.

9 − Como posso fazer parte da Nova Resistência?

A militância política não é um esporte. Se você quer um hobby, não somos o que você procura. Se você é alguém guiado pelo sentimentalismo puro e simples, munido de muitas queixas sobre o mundo tal como ele é, mas incapaz de se comprometer a longo prazo com um projeto amplo e consistente de poder, então não há espaço para você em nossas fileiras. Dispensamos entusiastas e curiosos. 

Mas se você quiser um compromisso sólido, que envolverá cobrança e responsabilidades, trabalho a longo prazo, ativismo de chão, dedicação e esforço conjunto e cooperativo com outros e outras camaradas, basta entrar em contato conosco. Se houver uma célula em sua região, você será encaminhado [nosso sistema de cadastro de fichas está atualmente indisponível. Envie um e-mail para novaresistenciabrasil@gmail.com, com nome completo e um telefone de contato para conversas via aplicativo de mensagem, e aguarde].