Em defesa da bomba atômica e do meio ambiente!

Semanas atrás, em uma postagem, postamos que a Nova Resistência era simultaneamente a favor do desenvolvimento da bomba atômica para a defesa nacional e da proteção do meio ambiente. Bonobos de QI baixo ficaram espantados e escandalizados, como se uma coisa fosse a antítese da outra.

Inicialmente, se pode dizer de que a noção de que construir bombas atômicas seria algo “antiecológico” é absurda. Em nossos tempos constrói-se bombas atômicas não para que elas sejam usadas, mas precisamente para que seja desnecessário guerrear. É bastante evidente, por exemplo, que se Saddam Hussein tivesse aquilo que ele era acusado de ter, ou seja, armas de destruição em massa, o Iraque não teria sido invadido.

Nesse sentido, a bomba atômica, ao invés de instrumento de destruição, se revela um instrumento de paz, liberdade e até mesmo de preservação ambiental, já que a ameaça de aniquilação mútua serve para tornar guerras abertas menos prováveis.

Mas mais do que benefícios indiretos deduzidos a partir da “pacificação” garantida pelas armas nucleares, a realidade é que a energia nuclear em si mesma já é menos ecologicamente danosa do que as principais matrizes energéticas utilizadas atualmente ao redor do mundo.

Economias baseadas em carvão, petróleo e hidrelétricas são claramente mais ecologicamente danosas. Umas por causa das emissões de carbono resultantes, outras por causa das drásticas transformações em espaços naturais, às vezes demandando até a expulsão de comunidades.

Já a exploração da energia nuclear através de usinas é uma maneira muito mais ecologicamente sadia de gerar eletricidade do que as outras principais fontes. Objeções levantadas por conta de Fukushima, muito comuns, são feitas por pessoas que esquecem que o desastre foi causado por um terremoto, e mesmo sendo um evento recente, a tecnologia nuclear já evoluiu o suficiente para dar conta de situações semelhantes no futuro.

Naturalmente, isso não quer dizer que só se deva utilizar a energia nuclear. Outras fontes de energia se tornarão mais comuns no futuro. A eólica, por exemplo, já é uma das principais matrizes energéticas de alguns países europeus.

Nesse sentido, não só é perfeitamente possível harmonizar energia nuclear e ecologia. No futuro, será indispensável a exploração da energia nuclear para garantir um meio ambiente sadio e a preservação de ecossistemas.

Que haja, em nosso país, uma ogiva nuclear para cada árvore!

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