Paulo Guedes é lacaio de George Soros

Paulo Guedes é o “guro econômico” que cuidará da Fazenda na eventualidade de Bolsonaro se tornar presidente do Brasil.

Mas quem é Paulo Guedes?

Resumidamente, o fundador do Banco Pactual, instituição responsável por gerenciar os interesses e investimentos de George Soros no Brasil. Todas as operações de Soros, aqui, inclusive algumas das mais noticiadas no passado (como a aquisição de parte da Petrobrás e da Vale), passam pela atuação do Banco Pactual.

Interessantemente, Armínio Fraga, que é parte do “conselho de técnicos” organizado por Guedes para assessorar a economia brasileira em caso de vitória eleitoral, além de ter sido presidente do Banco Central no governo FHC, também era diretor do Soros Fund Management.

Outro seguidor de Soros na campanha de Bolsonaro é Sérgio Werlang, responsável pela adaptação da estratégia de adequação — desenvolvida por Soros — do Brasil ao Consenso de Washington, no governo FHC.

Além de fundador do Banco Pactual, Guedes é também fundador do Instituto Millenium, um dos principais think-tanks liberais do Brasil, que recentemente foi agraciado pela Open Society, fundação de Soros (seu principal instrumento para fomentar revoluções coloridas e influenciar a mídia ao redor do mundo), com o reconhecimento de sua importância.

A proximidade é natural, já que Armínio Fraga, funcionário de Soros, é uma das principais figuras do Instituto Millenium. Entre financiadores do Instituto Millenium estão conglomerados corporativos como a Abril, a Gerdau e as Organizações Globo. O próprio José Roberto Marinho, herdeiro do clã Marinho e atual vp das Organizações Globo é um dos mais importantes associados e mantenedores do Instituto Millenium. Não deve ser lido de outra forma o recente encontro, organizado por Paulo Guedes, entre Jair Bolsonaro e José Roberto Marinho.

Defensor do mito da “Sociedade Aberta”, Paulo Guedes segue uma mistura de ideias popperianas e sorosianas e defende um desenvolvimento linear das “instituições democráticas” brasileiras na direção de um progresso que culminaria no “fim da história”.

Todas essas conexões estão ligadas à atuação internacional da Rede Atlas, uma ONG que objetiva a difusão do libertarianismo, e recebe financiamento da família Koch, e que é a verdadeira responsável pela criação do MBL e outras organizações liberais ou libertárias ao redor do mundo. A Rede Atlas também esteve diretamente envolvida e atuante no Euromaidan ucraniano.

Se escavarmos mais, acharemos ainda mais conexões, mas já parece estar claro quais são os reais interesses por trás da candidatura de Jair Bolsonaro.

Paulo Guedes, lembremos, foi ademais o responsável por convencer Bolsonaro a defender a privatização de TODAS as estatais e de que não há tal coisa como “estatais estratégicas”. E tudo indica que Bolsonaro ficou bastante convencido.

Conheçam seus inimigos!

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