Se a Globo é a favor, nós somos contra…

… E se ela é contra, nós somos a favor.

Um dos maiores cânceres nacionais, co-responsável pelos principais problemas do país desde seu surgimento, é a Rede Globo. A Rede Globo é não somente a principal difusora de Fake News no país, como a principal ferramenta da hegemonia global liberal no Brasil.

As origens dessa corporação não mentem e pautariam toda sua história. A concessão de televisão à Rádio Globo foi vetada por Getúlio Vargas, mas liberada por Juscelino Kubitschek. Não deve surpreender, portanto, o fato da Globo demonizar Vargas e tratar JK como o maior presidente de nossa história.

No início dos anos 60, o Grupo Globo recebeu, da empresa americana Time-Life, o capital necessário para fundar a Rede Globo de Televisão. Um acordo completamente inconstitucional e questionado por deputados em CPI, em 1965. Mas o regime militar deu um jeito de atropelar a legalidade para garantir a fundação da Rede Globo. A partir de então, a Globo serviria como órgão de propaganda do governo militar e do governo americano, especialmente dos interesses do Partido Democrata (que sempre foram ligados à Time Warner).

A partir de então, a Rede Globo esteve envolvida em tudo que é prejudicial ao país. Nem mesmo os impostos devidos, pagos por todos os cidadãos de bem, são pagos pela Globo. Ao contrário, ela é uma das maiores sonegadoras do país: a empresa é tão suja que até seu processo na Receita Federal desapareceu há alguns anos.

Só ao estado do Rio de Janeiro, a Globo deve quase 800 milhões de reais. Já à Receita Federal, a soma ultrapassa os 600 milhões de reais. Falar em crise econômica brasileira é falar, em primeiro lugar, nessas megacorporações que, ou sonegam, ou praticam lobby para conseguirem isenções e, assim, afundam o Estado brasileiro, amealhando lucros obscenos.

A Globo também assumiu, nos últimos anos, o papel de paladina do politicamente correto. O seu bombardeio contra os valores morais e contra as raízes culturais do povo brasileiro é diário. Não há um único costume, valor ou tabu que não seja atacado pelos programas da Rede Globo, que se orgulha de sua influência sobre o estilo de vida do povo brasileiro.

Simultaneamente, a Globo se levanta também como paladina do liberalismo econômico e do centrismo liberal. Ela toma posturas ideológicas liberais como sendo “bom senso”, “razoabilidade” e “ciência”, ocultando seu caráter ideológico. Retrata figuras torpes e nefastas como Macron, Macri, Doria e Clinton como baluartes da civilização, vociferando ódio contra os “populistas”.

Geopoliticamente, a Globo adere ao unipolarismo atlantista. Qualquer governo não-alinhado é chamado de “regime” por seus infames jornalistas e “analistas políticos”. Vários desses países têm seus líderes chamados de ditadores, ao vivo, e de forma aberta, em uma clara ofensa aos mais básicos princípios da diplomacia. A Globo apoia de forma entusiasmada os terroristas sírios e comemorou a derrubada e assassinato do “ditador” Gaddafi.

A última Copa do Mundo mostrou uma emissora que parecia ter orientado todos os seus jornalistas a lançarem críticas abertas à Rússia, à sua sociedade, ao seu povo e ao seu governo. Até hoje, a Globo clama por uma “revolução colorida” naquele país.

Não há nada que possa ser redimido na Globo. Não há qualquer ponto positivo nessa emissora ou algum bem que ela haja feito. Até mesmo o “Criança Esperança”, como outras iniciativas filantrópicas lideradas pela emissora, estão sob forte suspeita.

Observe-se o caso recente do incêndio do Museu Nacional. A Rede Globo correu para levantar todos os muros e instrumentos de defesa possíveis para proteger a PEC do Teto de Gastos e as políticas de austeridade do governo federal. Por meio de informações manipuladas, ela trata de lançar toda a responsabilidade sobre a UFRJ.

Entre todos os inimigos do país, este talvez é o principal. Talvez não haja qualquer organização que tenha causado mais danos ao Brasil que a Rede Globo.

Extinguir a Globo se tornou questão de saúde econômica, política, cultural e moral para o Brasil.

Só seremos definitivamente livres quando a Rede Globo for fechada e seus dirigentes enquadrados como inimigos públicos.

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