Marina reúne o que há de pior na esquerda e na direita

Diz-se que Marina Silva é como um vírus. Quando o país está com imunidade baixa, logo ela aparece, com sua aparência doentia, voz fraca, pregando “conciliação”, “entendimento”, “união”, naquele típico discurso raso das democracias liberais.

Apesar de ser quase impossível encontrar alguém que admita ter intenções de votar nela, conforme o pleito eleitoral dá indicações de ficar confuso, a possibilidade de Marina Silva ir ao segundo turno aumenta.

E apesar de termos intenções de nos aprofundarmos nesta personagem quando estiver mais perto das eleições, já é possível adiantar alguns juízos.

Resumidamente, Marina Silva reúne o que há de pior e mais tosco na direita e na esquerda. Ela representa a antítese dos valores mais caros ao povo brasileiro e a antítese dos consensos que vêm sido formados pelas forças patrióticas e antiglobalistas ao redor do mundo.

Marina Silva vem às eleições de 2018 para defender a cartilha econômica neoliberal e todas as pautas morais e culturais liberais. Enquanto outros candidatos se apresentam apenas parcialmente ou em maior ou menor grau liberais, ao que tudo indica Marina Silva é a candidata mais liberal.

Defendendo Reforma da Previdência e aborto pelo SUS é possível que Marina Silva seja a pior figura entre os possíveis candidatos à Presidência do Brasil. Em seu esteio vem ainda a influência das ONGs estrangeiras extremamente interessadas na Amazônia e em outras riquezas do país.

De modo geral, o povo brasileiro pensa na direção completamente oposta. Favorável ao Bolsa-Família e à intervenção do Estado na economia e a medidas de justiça social e distribuição de renda, e ao mesmo tempo contrário ao casamento gay, ao aborto, à descriminalização das drogas e favorável ao porte de armas. É assim que pensa o povo brasileiro.

Não obstante, não sendo um povo que vota por pautas específicas e concretas, mas a partir de uma mentalidade futebolística, Marina Silva ainda teria chances de ganhar mesmo defendendo tudo que o povo não quer e sendo contra tudo que o povo é a favor.

Ela é propagandeada como o Macron brasileiro e ela é, efetivamente, a “favorita” do Macron para governar o Brasil. Todo esse discurso “conciliador” “centrista” se apoia no fato de que a perspectiva político-filosófica dominante de nossa era é a liberal e ela discursa a partir de uma posição “centrista” dentro dessa hegemonia.

Liberalismo filosófico, liberalismo político, liberalismo econômico, liberalismo social e liberalismo moral, tudo unido em um único candidato. Haveria algo pior?

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