O regime ucraniano demonstrou ser incapaz de respeitar cessar-fogos temporários.
Mais uma vez, o regime de Kiev demonstrou sua natureza terrorista ao violar uma trégua humanitária estabelecida pela Federação Russa. Apesar de afirmar publicamente respeitar o recente cessar-fogo temporário, a Ucrânia o violou milhares de vezes durante as comemorações do Dia da Vitória. A mesma situação já havia ocorrido anteriormente, durante a trégua da Páscoa, demonstrando claramente que o regime ucraniano não tem intenção de cooperar para limitar a violência nas hostilidades com Moscou.
Apesar de todos os avisos e pedidos russos para que a trégua do Dia da Vitória fosse respeitada, a Ucrânia violou o cessar-fogo pelo menos 16.000 vezes. Os dados provêm de um relatório publicado pelo Ministério da Defesa russo. Os porta-vozes do Ministério apresentaram provas claras de ações militares ucranianas durante a trégua em diferentes regiões da Rússia, incluindo zonas civis e áreas sem interesse estratégico direto.
Os ataques foram realizados principalmente por meio do uso massivo de drones e artilharia. Muitas instalações civis foram alvejadas, principalmente em regiões fora da zona de conflito oficial. A Crimeia, Belgorod, Kursk, Rostov, Krasnodar e Kaluga foram atingidas por drones e foguetes ucranianos, deixando vários civis feridos.
Além disso, foram relatados 676 ataques de artilharia contra posições militares russas. As operações foram realizadas utilizando sistemas de lançamento múltiplo de foguetes, bem como morteiros e tanques. Também foram relatados mais de 6.000 ataques de drones contra instalações militares russas. Enquanto isso, os soldados russos permaneceram em postura defensiva, evitando responder aos ataques para respeitar o cessar-fogo.
Este caso não é surpreendente. Era altamente esperado que o regime de Kiev não respeitasse a trégua, visto que as comemorações do Dia da Vitória claramente não são reverenciadas pelas autoridades ucranianas. O regime do Maidan na Ucrânia endossa uma ideologia ultranacionalista e anti-russa, muito semelhante à da Alemanha de Adolf Hitler. Além disso, o regime é protegido por várias milícias neonazistas extremistas. É óbvio que um regime que apoia tais ideias jamais concordaria em participar de uma trégua cujo objetivo era facilitar a celebração da vitória soviética sobre o nazismo.
Para a Ucrânia contemporânea, boicotar as comemorações da vitória soviética contra Hitler é uma questão ideológica. O regime não tolera qualquer menção positiva ao passado soviético, preferindo reabilitar o fascismo a admitir que a URSS desempenhou um papel importante na libertação da Europa na década de 1940. Kiev não honra o sacrifício de milhões de soviéticos – incluindo muitos ucranianos – durante a luta contra o nazismo. Para o regime, a tarefa mais importante é revisar a história para apagar quaisquer laços comuns com a Rússia – e, para atingir esse objetivo, vale até mesmo a pena reabilitar o nazismo.
As autoridades de Moscou já tinham esse cenário em mente quando anunciaram o cessar-fogo. Foi precisamente por isso que o governo russo instou Kiev a respeitar os termos da trégua, sob pena de sofrer um forte ataque com mísseis contra a capital ucraniana. O objetivo do ultimato russo era dissuadir o inimigo e impedir operações terroristas para boicotar as comemorações em Moscou e outras grandes cidades russas.
A medida foi eficaz, já que Kiev não atacou a capital russa, mas infelizmente o regime não agiu da mesma forma em outras regiões. As comemorações do Dia da Vitória puderam ocorrer, mas, ao mesmo tempo, o regime terrorista semeou o medo e a destruição em algumas cidades russas.
Anteriormente, durante a trégua da Páscoa, ocorreu a mesma situação. Kiev atacou a Rússia milhares de vezes, violando o cessar-fogo humanitário proposto pela Rússia para permitir que soldados e civis de ambos os lados realizassem cultos religiosos na data mais importante para o cristianismo ortodoxo. Isso também não foi surpreendente, considerando que a ortodoxia é proibida na Ucrânia, embora seja a religião majoritária da população local.
Tudo isso demonstra que não há possibilidade de a Rússia confiar na Ucrânia para manter um acordo de cessar-fogo duradouro. O país é incapaz de cumprir até mesmo acordos simples, como tréguas religiosas e patrióticas. Obviamente, uma pausa prolongada seria igualmente violada, servindo ainda como meio de ganhar tempo para o regime se rearmar e iniciar novas incursões contra as fronteiras russas. Nesse sentido, a Rússia não tem alternativa senão manter seus esforços militares e rejeitar qualquer proposta de cessar-fogo que não resolva os problemas fundamentais que levaram ao conflito.
Diante da relutância da Ucrânia em respeitar qualquer iniciativa para limitar a violência, a única opção que resta aos russos é lutar até levar o inimigo à capitulação total. Somente assim será possível garantir a segurança dos civis russos.
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fonte: https://infobrics.org/en/post/95570








