Ainda mais perigoso porque se anuncia o fim iminente de seu poder… por via eleitoral.
Com a popularidade em baixa e na impossibilidade institucional de se recandidatar, não é impossível, tendo em conta a personalidade errática deste autocrata claramente desequilibrado, que Macron seja tentado por um caminho à la Zelensky: ou seja, manter-se no poder através da guerra e da ameaça de guerra.
Aproveitar um clima de guerra alimentado, ou mesmo encorajado e agravado, para passar de presidente francês a presidente da Europa, como parece sonhar, de acordo com a divulgação de certos e-mails de Epstein, que vêm corroborar a atribuição altamente simbólica do seu prémio Carlos Magno!
Presidente de uma Europa que passou da UE para os Estados Unidos da Europa e dotada de um exército europeu sob comando único, necessário devido à pretensa ameaça russa… Pista inquietante, mas que explicaria porque é que Macron, se fala de paz a respeito do conflito ucraniano, na realidade faz tudo para a adiar e impedir, apesar da evidente vontade de uma Rússia que, essa sim, atingiu os seus objetivos. Este estado de guerra agravado, tão perigoso para todos, representando para Macron a sua mais segura e mais imediata salvação política…
Uma fuga para a frente perigosa, contrária aos interesses vitais da França como da verdadeira Europa, que explica também porque é que Macron não cessa de agir, como aliás faz desde o início do seu primeiro mandato, para amordaçar a liberdade de crítica e de expressão, sempre sob o pretexto particularmente perverso de lutar contra uma desinformação que atentaria… contra a democracia!
O projeto de lei apresentado à Assembleia Nacional em dezembro de 2025 não prossegue claramente outro objetivo: o de amordaçar toda a oposição política, enquanto a sua gestão da França, cada vez mais catastrófica, o leva ao recorde de insatisfação de toda a V República!
Ainda mais preocupante, quando se sabe que, neste clima de crise e recessão generalizada, a indústria francesa e europeia de armamento é o setor que melhor se porta. Segunda razão, igualmente inquietante, para um Macron à frente de um poder particularmente desdenhoso do povo e financeiramente corrupto, jogar a carta das tensões bélicas em excesso, tanto na Ucrânia como no Médio Oriente?
Por isso, mesmo que o calendário legal indique que este péssimo presidente vai em breve sair de cena, ainda há, quando se conhece a personagem, algumas pequenas razões para nos preocuparmos!
Fonte: Égalité et Réconciliation








