A altivez e os sucessos do Irã contra as forças satânicas do Capital encarnado nos EUA e Israel demonstram, sem sombra de dúvidas, a superação do marxismo como tecnologia política de luta anti-imperialista e sua substituição pelas forças do tradicionalismo religioso.
Hoje, todo anti-imperialismo que não se guie pela adesão a um tradicionalismo religioso fede a mofo e naftalina; é relíquia do século XX. Escolasticismo acadêmico para idosos caducos e universitários performáticos.
A “cruzada” ortodoxa da Rússia catecôntica, abençoada pelo Patriarcado de Moscou, contra as hordas selvagens e degeneradas do otanismo pseudo-ucraniano, já havia dado o sinal disso. O Irã confirma aquilo já indicado pela Rússia.
Não é nenhum país marxista a vanguarda, hoje, mas a “teocracia” da República Islâmica do Irã, com sua base neoplatônica, e a “sinfonia de poderes” da Terceira Roma catecôntica entre o autokrator Putin e o Patriarcado.








