O Brasil está sob ocupação sionista

O autoproclamado “Povo Eleito” sempre possuiu um grau elevado de influência no Brasil, desde os primeiros séculos da construção do país. Ainda que se deva rechaçar afirmações conspiratórias de que eles efetivamente “controlassem” o Brasil, já que nada na história é tão simples, não obstante há séculos eles têm se utilizado de sua rede de influências para garantir a prosperidade de sua comunidade, a preeminência de seus interesses e o alinhamento geopolítico com Israel nos círculos políticos, econômicos e culturais mais elevados de nosso país.

Mas devemos ter a sabedoria de perceber no governo Bolsonaro uma certa “ruptura”. Se, até então, essa influência sempre se exerceu de maneira encoberta e indireta, com a ocupação de posições importantes em setores estratégicos, mas fora dos holofotes e sem declaração aberta de intenções, o governo Bolsonaro inaugura o domínio aberto, declarado, direto e formal do sionismo no Brasil.

Tudo aquilo que no governo de Bolsonaro não está nas mãos de representantes das forças de ocupação sionista, está nas mãos de membros da casta (em formação) de escravos do “Povo Eleito”: neopentecostais, olavetes, neoconservadores e outros dispensacionalistas, ou pessoas que creem em algum status “especial” da Israel moderna.

Muito se fala, por pessoas dadas às conspirações, em “governo de ocupação sionista”, mas no Brasil podemos falar, pela primeira vez, dessa forma e usar este termo sem medo de exagero ou de cometer qualquer injustiça.

Ao participar nisso, ademais, o presidente Bolsonaro não se limita a defender interesses geopolíticos e econômicos de Israel, acima de nossos próprios interesses. Pior, um presidente que se diz representante dos brasileiros cristãos colabora inclusive com forças ocultas que, segundo os cristãos, arquitetam o surgimento do Anticristo. É assim que se deve interpretar o apoio de Bolsonaro à reconstrução do Templo de Jerusalém.

O novo guia do Ministério da Educação segue a mesma linha e é até pior, muito pior, do que o ex-ministro Vélez Rodríguez. Abraham Weintraub e o resto de sua família têm militado ao longo dos últimos anos pela capitalização da Previdência, e são também inimigos do mitológico “marxismo cultural”. Abraham Weintraub poucos meses atrás, em uma palestra, afirmou que os comunistas controlam os bancos, os comunistas controlam as grandes empresas, os comunistas controlam as instituições financeiras, os comunistas controlam as mídias.

Um discurso um tanto quanto revelador e, simultaneamente, curioso vindo de um sionista. Não seriam poucas as pessoas a retrucar que Weintraub certamente tem bastante “vivência” para poder, de forma consciente e maliciosa, pegar o que dizem sobre seu povo e colocar tudo na conta de comunistas imaginários.

Em paralelo, é necessário atentar para o fato de que o lobby sionista no Brasil tem consciência de que esse momento de ruptura chamará ainda mais atenção para a sua comunidade entre brasileiros de diversas orientações político-ideológicas. A resposta dialética natural ao recrudescimento e à abertura da ocupação sionista no Brasil é a intensificação do antissionismo, que será pintado pelo lobby sionista como “antissemitismo” e combatido com ainda mais vigor. Já há “movimentações discretas” por parte da Confederação Israelita Brasileira e do Clube Israelita Brasileiro para tentar iniciar no Brasil uma verdadeira caça às bruxas dirigida contra todo inimigo do sionismo.

Os fatos são esses. O mundo que eles querem construir é um no qual todos nós seríamos seus escravos. Mas resistiremos.

1 Comment

  1. Estou angustiada….eu sei que o grande projeto está em andamento há séculos . Acho que não tem como ganhar essa guerra mas vivia num mundo de resistências. Tenho dúvidas quanto à Putin….
    Onde estarão as últimas mônadas Helênicas?
    Como resistir?
    Com usura nada floresce.
    Viva o trabalhismo !
    Viva Jango!
    Morte à Nova Ordem

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