Contra o lobby LGBT! Falar a verdade não é “homofobia”!

Mais uma vez, o STF se coloca na posição de usurpar as prerrogativas do Legislativo com o fim de legislar contra os interesses nacionais e a moralidade popular. Do alto de suas cátedras, como se fossem Deuses, os ministros do STF têm a pretensão de forçar goela abaixo as luzes da “civilização” que eles teriam aprendido em Nova Iorque e Estocolmo.

Dessa vez, trata-se da questão da “homofobia”. As forças mobilizadas do Lobby LGBT, alimentadas por recursos financeiros estrangeiros, pressionam o STF para que se substitua ao Legislativo e legisle criminalizando a homofobia. Querem que o Judiciário leve às últimas consequências o nefasto processo de judicialização da política.

A judicialização da política se tornou a ferramenta das forças obscuras que almejam impôr no Brasil pautas alógenas, já que essas forças não mais confiam nos instrumentos democráticos de um povo tido por elas como “retrógrado”, “atrasado”, “bárbaro” e “fascista”.

Fundamentam essa insanidade delírios patentemente falaciosos sobre o Brasil ser o país que mais “mata LGBTs”, quando já existem investigadores que demonstraram a falsidade da maioria dessas estatísticas, e que o Lobby LGBT contabiliza como “morte por homofobia” disputas por ponto de prostituição, crimes passionais, homicídios por qualquer outro tipo de motivação e, se deixarem, até ataques do coração.

Mas o problema fundamental é que “homofobia” é um conceito vazio, inventado em academias e em ONGs, que pode ser usado como carta branca para silenciar todo e qualquer tipo de discurso que se oponha aos interesses do Lobby LGBT. Não é muito diferente de como os sionistas utilizam o espantalho do antissemitismo para silenciar críticas a Israel.

A intenção aí é amordaçar não apenas quase todas as denominações religiosas, mas até mesmo a investigação científica sobre o tema.

Acha que o homossexualismo não é inato, mas adquirido epigeneticamente por uma série de influências ambientais? Homofobia! Acha que tanto é possível alguém se tornar homossexual como deixar de sê-lo? Homofobia! Acha que o homossexualismo envolve padrões de conduta que não devem ser socialmente normalizados? Homofobia! Acha que a AIDS é, fundamentalmente, um problema caracteristicamente homossexual, e que o seu combate deve passar por uma educação que desincentive a promiscuidade? Homofobia!

Recentemente, foi acusada de homofobia até mesmo uma academia que, diante da escrotidão de haver “casais” homossexuais transando no vestiário público, em horário normal, colocou um educado aviso, bem como um botão de denúncia. Teria sido essa academia motivada pelo “ódio” e “preconceito”, de modo que ela deveria ser processada? Caso a “homofobia” vire crime talvez isso aconteça.

Não nos confundam, porém, com quem se opõe a essa criminalização por achar que “a sociedade brasileira tem que evoluir”, que “não estamos ainda preparados” e que “precisamos de mais educação para a diversidade”. Não embarcamos nos projetos de engenharia social que visam fazer lavagem cerebral em larga escala em nossa juventude, tal como faz a Rede Globo, com o objetivo de “liberalizar” as perspectivas éticas e culturais de nosso povo e nos afastar de nossa identidade histórica. Aqui, nós somos antiliberais absolutamente consistentes.

A esquerda parece não ter entendido ainda as causas da vitória eleitoral do Bolsonaro. O Brasil não é, nunca foi e não deve ser uma cópia barata e terceiro-mundista de Estocolmo, onde “cantar” uma mulher é crime, ou da Nova Iorque em que se permite o aborto até o nascimento.

E se a nossa elite insistir em tentar transformar nosso país em alguma aberração do tipo, ela deve ser combatida com extrema violência.

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