Jean Wyllys, o extremista sionista:

Vamos ser claros: Jean Wyllys, bastião de toda sorte de toxicidades pós-modernas no Brasil, é um sionista radical. Não é um sionista simpatizante ou mitigado. É um sionista radical, extremista, que não perde em nada para qualquer figurão da direita sionista mais caricata.

Ele acusa de antissemita qualquer um que critique Israel, e acusa de homofóbico qualquer um que critique sua postura sionista. Nisso, ele é absolutamente fanático e rasteiro, não poupando nem mesmo outros colegas de seu execrável partido.

Um elemento bizarro, que não passa de um ex-BBB, se tornar deputado federal já é uma situação trágica. Este mesmo elemento ainda se revelar uma das principais vozes do sionismo no Brasil chega a ser cômico.

Jean Wyllys fortalece nossa tese da hegemonia liberal. Jean Wyllys é um liberal. Ele defende uma postura política liberal, uma geopolítica liberal, uma moral liberal, uma cultura liberal. Tudo bem, que na economia ele é a favor de dar pirulitos estatais para o pobre, mas de modo geral ele segue a cartilha liberal à risca. Assim sendo, suas diferenças para um Bolsonaro são minúsculas. Bolsonaro é a favor de uns tapinhas nas costas da “família” e só isso. O resto é liberalismo puro, nu e cru.

Esses dois lados, essas duas faces, são dependentes uma da outra. As bizarrices de Jean Wyllys levam várias pessoas ao Bolsonaro e à direita. Os retardos de Bolsonaro levam várias outras pessoas ao PSOLismo e à esquerda. O que é garantido e unânime, porém, é o sionismo.

Enquanto isso, o trabalhador explorado, o cidadão de bem, no meio, segue esmagado pela hegemonia liberal.

Uma Revolução que nos livre dos Bolsonaros e semelhantes só será revolucionária se nos livrar também dos Wyllys, do PSOL, e de tudo que seja semelhante.

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